Gabriela Duarte detona entrevista ao lado de Regina Duarte e acusa imprensa de sensacionalismo: "Deselegante"

Comadre, puxa a cadeira e pega um café, porque a clássica dobradinha de mãe e filha mais famosa da teledramaturgia brasileira resolveu voltar aos palcos, mas o clima nos bastidores da imprensa azedou bonito! Gabriela Duarte usou as redes sociais no domingo (23) para soltar o verbo contra uma entrevista recente ao lado da mãe, Regina Duarte.
Comadre, quando o assunto é defender a paz e a arte da família, a Gabriela Duarte não pensa duas vezes antes de colocar os pingos nos is! Divulgando um novo espetáculo ao lado da mãe, Regina Duarte, a atriz viu o reencontro nos palcos ser deixado de lado para dar lugar a uma sabatina política insistente. Incomodada com a torta de climão gerada pelo jornalista, Gabriela foi ao Instagram fazer uma reflexão contundente sobre o limite entre apuração e pura busca por engajamento fácil!
O desabafo, comadre, veio após uma matéria publicada na sexta-feira (21). Na ocasião, o trecho que viralizou na internet mostrava Regina, aos 79 anos, se recusando a declarar voto, o que transformou a conversa cultural em um tribunal político.
Em vídeo publicado no domingo, Gabriela, de 52 anos, admitiu que já esperava questionamentos mais delicados, mas criticou a falta de tato na condução da entrevista: "O jornalista pode e deve fazer perguntas difíceis, ainda que a abordagem tenha sido bastante deselegante nesse caso. Mas tem uma diferença entre perguntar e insistir até provocar uma reação", pontuou a artista.
Para a eterna Maria Eduarda de Por Amor, o foco principal — que era o reencontro histórico de mãe e filha nos palcos — acabou engolido pelo sensacionalismo: "Quando o desconforto se torna mais importante que a resposta e a busca parece ser por uma frase, um corte, uma manchete, aí eu acho que vale a pena perguntar o que está acontecendo com o jornalismo. Acabou tendo o constrangimento como protagonista", disparou.
A atriz finalizou o desabafo defendendo a liberdade de imprensa, mas cobrando responsabilidade editorial: "Insistir em política partidária em um caderno de cultura, quando a pauta deveria ser o teatro, a arte, a trajetória... A imprensa não precisa ser protegida das críticas, mas sim do sensacionalismo".
E você, comadre? Acha que a Gabriela Duarte está certa em proteger o momento artístico com a mãe ou política e figura pública são assuntos que não têm como desvincular?