'O Diabo Veste Prada 2': Meryl Streep garante salário de R$ 60 milhões e faz exigência para beneficiar Anne Hathaway e Emily Blunt

Comadre, puxa a cadeira que essa fofoca aqui é digna de passarela internacional! Sabe o filme O Diabo Veste Prada? Pois é, a continuação está voando nos cinemas e as nossas três musas — Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt — estão rindo à toa direto para o banco.
Comadre, se na tela a Miranda Priestly faz a Andy e a Emily comerem o pão que o diabo amassou, na vida real a Meryl Streep é a patroa que todo mundo queria ter! Vazou o valor que as três receberam para voltar aos papéis depois de 20 anos, e o gesto da veterana nos bastidores é de aplaudir de pé.
O filme já é um sucesso estrondoso, comadre, se aproximando da marca dos US$ 300 milhões de bilheteria mundial. E com esse sucesso todo, a revista Variety acabou descobrindo os números por trás das câmeras.
Para aceitar colocar aquela peruca platinada de Miranda Priestly de novo, a Meryl Streep fechou um cachê de US$ 12,5 milhões (o que dá mais de R$ 60 milhões na nossa moeda!). Mas a melhor parte vem agora: em vez de exigir ser a mais paga disparada, a Meryl bateu o pé na mesa de negociação e exigeu um acordo de "nações favorecidas".
Sabe o que isso significa, comadre? Significa que ela exigiu que a Anne Hathaway e a Emily Blunt recebessem exatamente o mesmo valor que ela! Graças a essa atitude de patroa generosa, tanto a nossa eterna Andy quanto a Emily também embolsaram US$ 12,5 milhões cada uma. Chique demais, né?
E as regalias não param por aí. O contrato delas tem cláusulas de bônus por bilheteria. Como o filme está estourando nos cinemas do mundo todo, esses bônus já começaram a cair na conta. Se o ritmo continuar assim, cada uma das três pode terminar o projeto com mais de US$ 20 milhões no bolso.
Para você ter uma ideia, o primeiro filme, lá em 2006, custou só US$ 35 milhões para ser feito. Já essa sequência teve um orçamento de US$ 100 milhões — e o diretor David Frankel confessou que quase tudo foi gasto para pagar esse elenco de peso. E com razão, né? Sem elas, não teria filme!
É aquela história, comadre... Miranda Priestly pode ser fria e calculista, mas Meryl Streep é puro coração e união feminina nos bastidores.
Isso é que é abrir caminhos e valorizar as amigas de trabalho, hein? Você teria uma "comadre" dessas na sua vida profissional?
Imagem: Reprodução / 20th Century Fox