Xuxa leva Andréa Sorvetão à Justiça, e Conrado dispara: “Pessoa vingativa”

Uma antiga amizade, uma dívida relacionada a um imóvel e acusações públicas: entenda o novo capítulo da briga entre Xuxa, Andréa Sorvetão e Conrado.
A relação entre Xuxa Meneghel e a ex-paquita Andréa Sorvetão ganhou um novo e delicado capítulo. A apresentadora recorreu à Justiça para cobrar o ressarcimento de despesas relacionadas a um apartamento localizado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o imóvel foi cedido gratuitamente por Xuxa em janeiro de 2020 para que Andréa morasse com o marido, o cantor Conrado, e as filhas do casal. O contrato de comodato teria duração de 48 meses.
Embora não precisasse pagar aluguel, Andréa teria assumido a responsabilidade por despesas como condomínio, IPTU, taxa de incêndio, água, luz e gás.
Cobrança ultrapassa R$ 26 mil
De acordo com os dados atribuídos ao processo, teriam ficado pendentes dez mensalidades de condomínio, além de valores relacionados ao IPTU, entre fevereiro de 2020 e março de 2021.
Na época, as despesas somariam R$ 16.276,26. Xuxa afirma que precisou quitar os débitos por meio da administradora do imóvel e agora busca o ressarcimento. Com juros e correção monetária, o valor cobrado teria chegado a R$ 26.289,68. Também foi noticiado que houve um pagamento parcial de R$ 1 mil. Band, Imirante.
Andréa deixou o apartamento e devolveu as chaves em 2021, antes do término previsto no contrato.
Andréa Sorvetão apresenta sua versão
A ex-paquita declarou que foi surpreendida pelas notícias e que, até o momento de seu pronunciamento, ainda não havia sido formalmente citada pela Justiça nem tivera acesso completo ao processo.
Andréa explicou que as pendências surgiram durante a pandemia, período que classificou como particularmente delicado para sua família. Ela também afirmou que houve uma tentativa de diálogo antes do ajuizamento da ação, mas que as partes não chegaram a um entendimento.
Em outro pronunciamento, Andréa contou que só teria tomado conhecimento da cobrança em 2023, após ser procurada pela administradora do imóvel. Segundo ela, o valor informado naquele momento seria de aproximadamente R$ 13 mil.
A ex-paquita disse que aguardará a citação oficial e a análise completa dos documentos por seus advogados antes de apresentar sua defesa.
Conrado parte para o ataque
O cantor Conrado, marido de Andréa, reagiu de maneira muito mais dura. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que o casal teria tentado pagar a pendência e chegar a um acordo há cerca de cinco anos, mas que Xuxa não teria aceitado a proposta.
Durante o desabafo, Conrado chamou a apresentadora de “pessoa má” e “vingativa”. Ele também acusou Xuxa de usar a cobrança como uma espécie de trunfo contra o casal.
O cantor declarou que eles possuem advogados e que enfrentarão a disputa judicial. Ao final, pediu que Xuxa se afastasse definitivamente da vida dele e da esposa. Metrópoles, UOL.
Amizade já estava abalada
O processo surge após anos de distanciamento entre Xuxa e Andréa. A relação entre as duas teria se deteriorado publicamente a partir de 2021, em meio a divergências políticas e discussões envolvendo um vídeo no qual Andréa e Conrado se apresentaram como um “casal hétero, tradicional e cristão”.
Andréa também ficou de fora de projetos recentes que reuniram antigas paquitas, incluindo o documentário e a turnê comemorativa O Último Show da Nave. Xuxa já declarou anteriormente que seu afastamento de algumas pessoas estaria relacionado a posicionamentos considerados preconceituosos, enquanto Andréa sustenta que a ruptura teria sido motivada por divergências políticas. Folha de S.Paulo, UOL.
O que acontece agora?
A defesa de Andréa poderá apresentar sua versão e contestar os valores depois da citação formal. Até a publicação das informações consultadas, não havia decisão judicial determinando o pagamento da dívida.
A assessoria de Xuxa informou à imprensa que não comentaria o processo nem respondeu publicamente às acusações feitas por Conrado.
Agora, comadres e compadres, fica a pergunta: essa situação poderia ter sido resolvida em uma conversa ou, depois de tantos anos de desentendimentos, a Justiça era mesmo o único caminho?